sexta-feira, 2 de maio de 2014

Sobre Feminismo, Biologia (e os meus preconceitos arraigados?)

Por Igor de Oliveira Costa

Recentemente, tive algumas discussões – bem animadas, aliás – sobre o Feminismo. Mas, como o outro lado da conversa não parece entender o meu ponto de vista num bate-papo amigável – pelo menos é assim que ele começa, apesar de não ser o jeito como termina –, resolvi vir aqui esclarecer algumas coisas por escrito. Talvez assim as coisas fiquem mais fáceis.

Em primeiro lugar, gostaria de dizer que o meu problema – sim, estimada leitora feminista –, o meu problema com o Feminismo é com a definição dele, com a qual eu não concordo. Assim, vamos deixar explícitas algumas coisas: se você entende Feminismo como a igualdade social entre homens e mulheres, então eu sou um feminista de carteirinha, pois é claro que prezo a igualdade social entre homens e mulheres; é claro que desejo que elas tenham garantias legais idênticas às dos homens; é claro que desejo que elas não sejam discriminadas simplesmente por serem mulheres; é claro que desejo que elas ocupem postos de chefia e recebam salários idênticos aos dos homens nas mesmas posições; é claro que não defendo violência contra mulheres simplesmente por serem mulheres (como não defendo violência contra ninguém por nenhum motivo, seja violência contra negros por serem negros, pobres por serem pobres, homossexuais por serem homossexuais); é claro que desejo que elas sejam consideradas igualmente capazes intelectualmente (e igualmente capazes no trânsito!); é claro que desejo que elas não sejam consideradas culpadas por terem sofrido violência sexual; é claro que desejo que elas tenham liberdade plena (de falar, de vestir, de se relacionar e de fazer sexo com quem quiserem e como bem entenderem).

Isso é tão óbvio e claro que me sinto até constrangido em ter que reafirmá-lo aqui. E é óbvio não por ser uma questão de Feminismo, mas por ser uma questão de bom-senso, de noções mínimas do que seja viver numa sociedade democrática, fundada sobre o pilar da isonomia. É óbvio porque acreditar (e desejar isso) é uma questão de cidadania e humanidade. Esse é o motivo por que não concordo que isso seja chamado de Feminismo. Se desejar essas coisas é uma questão de bom-senso, por que chamar isso de Feminismo? Esse, então, é o primeiro ponto.

O segundo é que existe um tipo de pensamento que está, acho, implícito no rótulo de Feminismo que me incomoda profundamente. Esse pensamento é aquele que – heresia! – prega que homens e mulheres são iguais. E a verdade, estimada leitora feminista, é que somos diferentes. Ponto. E – heresia maior! – não adianta nada tentar dizer e afirmar que somos iguais porque a verdade é: não somos. Ponto. Tento explicar por quê, apesar da aparente contradição.

Não somos iguais porque parece haver uma confusão entre “sermos iguais socialmente” e “sermos iguais genericamente”. Não tenho quaisquer dúvidas de que não somos, mas deveríamos ser, iguais socialmente, ou seja, que tanto homens quanto mulheres têm os mesmos direitos sociais e que não deveriam ser julgados inferiores um em relação ao outro. Mas também acredito que homens e mulheres não são iguais genericamente, ou seja, não somos iguais em todos os aspectos. Dentre esses “todos aspectos”, destaco que não somos iguais fisicamente (uma obviedade em termos anatômicos e hormonais, por exemplo) e nem somos iguais comportamentalmente, principalmente se levarmos em consideração que o comportamento é moldado pela cultura sobre uma base biológica.

(Um parênteses, antes de continuar: as diferenças biológicas não justificam, de modo algum, as diferenças sociais. Independentemente delas, mulheres e homens deveriam ter direitos sociais iguais – repito mais uma vez essa obviedade para não dizerem que estou defendo isso. Não estou! Mais a frente volto a esse ponto.)

O que quero dizer com isso? É simples. Muita gente está falando por aí na diferença entre “gênero” e “sexo”, por exemplo. “Sexo” seria aquilo que é biologicamente determinado (se nasceu com pênis ou vagina, por exemplo) e “gênero” seria uma construção histórico-cultural, de modo que um indivíduo poderia nascer com características de um sexo (por exemplo, tendo pênis), mas adquirir características culturais do gênero feminino. Essa discussão, obviamente, se insere na discussão mais ampla da questão nature/nurture (natureza/aprendizado, ou algo assim), já antiga na biologia, na psicologia comportamental e cognitiva, na linguística e na filosofia, sendo, nesta, uma parte do debate entre racionalismo e empirismo (está no Mênon, de Platão; no Discurso do Método, de Descartes; na tríade empirista britânita, Locke, Hume e Berkeley).

Mas a questão que me vem é: será mesmo possível separar o social do biológico, ou o biológico é um substrato sobre o qual o social se constrói? Nesse ponto me lembro da contribuição kantiana para a discussão racionalismo/empirismo. Segundo Kant, a experiência do sensível (empirismo, portanto) é fundamental para o aprendizado humano e, se não existisse, o que conhecemos do real seria impossível. No entanto, essa experiência é “filtrada” por aquilo que já temos em nós (racionalismo, portanto), sem o qual a nossa experiência do real seria algo totalmente diferente do que concebemos. Em termos mais modernos, existe algo inato em nós, seres humanos, que nos faz apreender o real de certa maneira e não de outra. Se fôssemos um cachorro, ou um golfinho, ou um ET, apreenderíamos o real de uma maneira totalmente distinta (sugiro a leitura do excelente artigo de Thomas Nagel, What is it like do be a bat? ou, numa tradução livre, Como é ser um morcego?).

Mas o que isso tem a ver com o Feminismo? Tudo e mais um pouco, porque, como Kant no debate racionalismo/empirismo, não creio que possamos separar o social/comportamental do biológico, da mesma maneira que a aquisição do saber não pode ser compreendida plenamente ou pelo empirismo ou pelo racionalismo, mas apenas por uma integração de ambos. O que acredito, portanto, é que nossos comportamentos sociais se fundam sobre bases biológicas (o que é defendido por um ramo da biologia que foi polêmico em origem, mas que é amplamente aceito hoje, a sociobiologia) e, como homens e mulheres são criaturas biologicamente distintas, teremos comportamentos distintos, especificidades comportamentais que devem ser levadas em conta e que um certo Feminismo parece desconsiderar.

(Outro parênteses: se você acha a sociobiologia uma grande besteira, ou uma falácia simplória, sugiro a revisão crítica do filósofo Michael Ruse. Sociobiologia: senso ou contra-senso? Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 1983. Se você estiver sem saco para ler o livro todo – uma pena, pois é excelente –, e estiver apenas interessado na questão do Feminismo, leia pelo menos o item 5.6. É sexista a sociobiologia? A acusação principal. Ao fim do texto faço uma apresentação básica da sociobiologia.)

O que estava dizendo, então, é que haveria, segundo a sociobiologia, diferenças comportamentais que são fundadas na biologia de homens e mulheres. E, a meu ver, essas diferenças são largamente ignoradas por muitas pessoas que estão preocupadas com o debate Machismo/Feminismo. Um exemplo simples: talvez homens sejam realmente mais promíscuos que as mulheres, como em geral são os machos de outras espécies, porque eles têm um menor gasto de tempo e de energia com suas proles (o que é denominado, tecnicamente, de cuidado parental), e isso os leve a tentar ter uma vida sexual que inclua mais parceiras para poderem disseminar seus genes. Isso justifica a “putaria” e a “galinhagem” dos homens? Não! Mas isso talvez explique por que os homens são julgados positivamente quando “pegam geral”, por que são chamados de “garanhões” e coisas do tipo.

As mulheres, por outro lado, têm de dedicar um longo tempo e muita energia com o cuidado dos filhos, o que explica o fato de elas quererem um “bom partido” que as ajude na tarefa. Um homem, que deixou de sair por aí perpetuando a espécie e se tornou um “bom partido”, fiel e provedor, está, portanto, abdicando da possibilidade de espalhar seus genes para garantir que uma parte deles – os filhos tidos com sua esposa – cheguem à maturidade. O que ele quer, portanto, é uma mulher que seja fiel, pois, apesar de a mulher ter certeza de que o filho é dela e carrega parte de seus genes, o homem nunca terá essa certeza – a não ser com um teste de DNA, que, aliás, não estava disponível nos primórdios de nossa formação biológica. Se ela tem um histórico de vida sexual promíscua, ele irá pensar duas vezes antes de despender sua energia com ela. E isso talvez explique por que mulheres promíscuas são mal vistas socialmente, sendo chamadas de “vagabundas” e outras coisas mais. Um homem que tenha tido uma vida sexual promíscua, ao contrário, não é “potencialmente” perigoso, desde que se mostre dedicado a prover o lar. E isso talvez explique por que os homens “galinhas” não são tão mal vistos quanto os “vagabundos” (ops! Mesma palavra usada para as mulheres, mas talvez com um carga pejorativa menor e com um sentido diferente) ou os que são “sustentados pelas mulheres”.

Até mesmo a valoração negativa que as mulheres ditas “santinhas” fazem quanto às “vagabundas” pode ter uma base biológica. Segundo Dawkins, num cenário hipotético – descrito no Capítulo 9 de seu livro de divulgação já citado –, numa população de mulheres “santinhas” (tímidas, na terminologia do autor), as ditas “vagabundas” (rápidas) teriam uma vantagem biológica se a população fosse amplamente composta de machos fiéis, angariando mais rapidamente os parceiros e tendo um “bom partido” que as ajude a cuidar dos filhos, enquanto as “santinhas” seriam desfavorecidas. Um comportamento de repúdio ao comportamento das “vagabundas” talvez seja um mecanismo de defesa contra potenciais competidoras. Ficaria explicado, então, por que existe uma valoração negativa de certos comportamentos sexuais femininos, seja por homens, seja por mulheres; e por que existe uma valoração positiva de certos comportamentos sexuais masculinos.

Esse foi apenas um exemplo. Mas que ilustra o que fica escondido por trás desse rótulo de Feminismo que vê homens e mulheres como perfeitamente iguais em todos os aspectos, ou seja, uma miríade de comportamentos específicos de cada um que têm que ser pensados para uma boa convivência social.

Mas, veja bem, Igor, dirá a minha sensata leitora Feminista,... Então, por essas serem diferenças comportamentais fundadas na biologia, você está defendendo que elas são justificadas socialmente, é isso? Claro que não! Acho que somos seres pensantes, e que existem valores éticos e morais que precisam ser levados em conta numa sociedade. Trair a namorada/esposa e afirmar que a promiscuidade é da natureza do homem é, além de uma falácia, no mínimo cruel com a pessoa que está do seu lado (e eu acho que devemos evitar ao máximo machucar as pessoas com as quais convivemos – e com as quais não convivemos também!) e, mais do que isso, pode ser evitado se pensarmos na dor que causaremos ao outro. No entanto, pensando para além do individual, em termos estatísticos, se isto está realmente enraizado na nossa biologia, não tem jeito, é assim que as coisas irão ocorrer, na média, enquanto for evolutivamente vantajoso.

Por isso, se é assim que as coisas irão ocorrer de qualquer jeito, temos que arrumar modos de evitar que elas ocorram, e todos esses modos, creio, devem estar relacionados à contenção racional de nossos instintos primitivos. Dizendo de outro modo, temos de planejar políticas educacionais que mostrem a meninos e meninas que eles são diferentes sim. Dizer que são iguais é tentar enganá-los. Dizer que se enquadram num “gênero” é enganá-los. Eles constantemente olham um para os outros e veem que são diferentes. Eles constantemente sentem coisas que não sabem explicar e que não são sentidas por elas. E elas constantemente sentem coisas que não são sentidas por eles. E essas coisas que sentem refletem-se em seus comportamentos sociais. Mas tarde, se eles decidirem se envolver sexualmente com homens, que sejam felizes! E se elas decidirem se envolver sexualmente com mulheres, que sejam felizes! Além disso, que eles saibam, desde cedo, que terão desejos sexuais por um milhão de mulheres enquanto estiverem namorando, mas que devem evitar ceder a esses desejos, ou machucarão pessoas importantes em suas vidas. E que elas saibam que terão ódio e repúdio às suas colegas que são promíscuas, mas que devem tratá-las como pessoas que merecem respeito como quaisquer outras e que não são piores ou melhores porque gostam de sair com vários meninos e que não merecem ser excluídas de seu convívio social só porque têm uma lista maior de parceiros sexuais. Para que isso ocorra, porém, é preciso acabarmos com a falácia de que homens e mulheres são iguais e tentarmos compreender as particularidades de cada um, para daí aprendermos a lidar com elas de maneira ética. No entanto, há uma parte do Feminismo, a meu ver, que prega a igualdade genérica entre homens e mulheres e não apenas a igualdade social, camuflando, assim, importantes aspectos comportamentais que nos ajudariam a viver melhor em sociedade.


P.S. 1: Apenas para situar a discussão e fazer algumas auto-críticas. Em primeiro lugar, a sociobiologia busca entender as bases biológicas do comportamento social, tentando compreender o comportamento social nas linhas da evolução darwiniana, ou seja, como determinados comportamentos podem ter sido moldados a partir de vantagens evolutivas. Nesse sentido, homens e mulheres têm comportamentos sociais diferentes que permitem a eles disseminarem seus genes e perpetuar a espécie – isso, pelo que sei, ganhou uma sólida base da Teoria dos Jogos com o trabalho de J. Maynard Smith e sua Estratégias Evolutivamente Estáveis (ESS) (para uma leitura didática sobre tais estratégias, leia-se: Dawkins, R. O gene egoísta: Capítulo 5. Agressão: a estabilidade e a máquina egoísta). Perceba que algumas pessoas podem dizer – e essa crítica foi feita antes de esse texto vir a público – que questões biológicas relacionadas à perpetuação da espécie podem ter sido válidos nos primórdios da humanidade, mas que hoje são desprovidas de valor. Então, para esclarecer, é justamente isso o que afirma a sociobiologia humana, ou seja, que alguns comportamentos, ainda hoje, podem ter sido moldados pela evolução darwiniana.

Uma explicação simplória: imaginemos um indivíduo macho humano que nasça com uma mutação que o faça sentir-se atraído por mulheres de quadris largos. Esse indivíduo, sem sequer saber por que motivo – suponhamos que seja uma mudança hormonal qualquer –, vai procurar acasalar com mulheres de quadris largos. Agora, suponhamos que mulheres de quadris largos têm facilidades no parto. Essa é uma vantagem evolutiva para o nosso amigo, permitindo que seus genes – e, dentre eles, aquele que provoca uma mudança hormonal que leva à atração por mulheres de quadris largos – se difundam na população. Depois de algum tempo evolutivo, a população estará cheia de homens que se interessam por mulheres de quadris largos. Eles não sabem por que, mas sentem uma “coisa”, um “negócio”, diante de mulheres de quadris largos, que não sentem diante de mulheres de quadris estreitos e vão procurar, preferencialmente, esse tipo de mulher. Tem-se formado, então, um comportamento e, possivelmente, um padrão de “beleza” que poderia estar aqui até hoje.

Um outro exemplo, agora para o caso das meninas que repudiam as “vagabundas”. Talvez, em algum momento, repudiar garotas mais livres sexualmente tenha sido uma estratégia vantajosa evolutivamente, já que as “vagabundas”, numa sociedade de machos provedores fiéis, seriam altamente favorecidas. Assim, as “santinhas” que sentiam ódio e nojo do comportamento das “vagabundas” e as retiravam do convívio social tenham tido uma vantagem, pois conseguiram os machos para si. Seus genes se difundiram e, mesmo agora, diante de “vagabundas”, elas ainda sintam ódio e nojo e outras coisas mais que não sabem explicar.

É claro que isso é apenas um exemplo didático, para tornar as coisas mais claras. É óbvio que não existe um “hormônio para os quadris largos” e nem um “gene para biscates e periguetes”. Na vida real, os fenômenos são bem mais sutis. Mas acho que esses exemplos ajudam a entender que, quando falo em comportamentos sociais moldados evolutivamente, não estou dizendo que eles são conscientes. E esse talvez seja o grande incômodo causado pela sociobiologia, ou seja, o fato de que ela começa a dizer que aquilo que fazemos pode não ser tão nossa escolha assim e que muito daquilo que “escolhemos” fazer é motivado por questões outras para além de nossa consciência. O que tentei defender nesse texto foi justamente que, para evitar ser vítima desses instintos, tenho que conhecê-los para daí tentar controlá-los. E há um pensamento implícito no Feminismo que, a meu ver, só ajuda a escondê-los. Um auto-crítica a meu texto é que talvez a premissa de que eu parta esteja errada, ou seja, talvez não exista esse implícito que vejo e o Feminismo seja apenas a ideia de igualdade entre homens e mulheres. Nesse caso, a única crítica que tenho a fazer seja a que deixei no terceiro parágrafo deste texto.

Uma outra crítica que podem vir a fazer é a de que estou enfatizando as diferenças entre homens e mulheres quando o que deveria fazer é enfatizar as semelhanças. Acredito que a questão é que não devemos enfatizar diferenças ou semelhanças, mas que cada área de atuação deve buscar pensar as coisas em termos ou de semelhanças ou de diferenças. Se sou um político/jurista preocupado com direitos e deveres dos cidadãos, certamente pensaria que homens e mulheres são iguais. No entanto, se sou um médico preocupado com a saúde das pessoas, certamente será bom que eu saiba as particularidades de homens e mulheres (isso é tão óbvio que, recentemente, tivemos uma campanha de vacinação só para meninas e ninguém reclamou dela, porque meninas estão sujeitas a doenças a que meninos não estão. São diferentes, portanto). O que estou pretendendo dizer com isso é que, a longo prazo, a fim de construir uma sociedade que não seja moldada pelo desentendimento recíproco entre homens e mulheres, talvez seja útil pensarmos que não somos iguais, mas diferentes, e que não há nada demais nisso, que um não é melhor do que o outro e que o fato de sermos diferentes não nos faz ter valores diferentes. No fundo, temos o mesmo valor.

P.S. 2: Fica a dica, também, dos textos de Conceição Maria Ramos & Marina Prieto Afonso Lencastre, O Feminino e o masculino na etologia, sociobiologia e psicologia evolutiva: revisão de alguns conceitos e de Maria Teresa Citeli, Fazendo diferenças: teorias sobre gênero, corpo e comportamento, que fazem uma revisão sobre algo do que foi discutido aqui, não exatamente em concordância com o que digo.

3 comentários:

  1. Cara, postei um antigo texto seu no meu facebook, o "Os Cult Bacaninhas". Conheci seu blog dia desses navegando sem rumo pela rede. Voltarei mais vezes para deixar minhas opiniões. Grande abraço!

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  2. Olá, Anderson. Que fico feliz que você tenha gostado do blog. Seja bem-vindo! No mais, devido a questões de trabalho, não tenho me dedicado como queria ao blog, mas estou, vez ou outra, por aqui.

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  3. Muito bom o texto, infelizmente essa cultura de igualdade biologia são divulgadas por professores e outros que deveriam disseminar o conhecimento e não realizar divulgações falaciosas com objetivo a "paz"!!!

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